quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Para chegar

Como vivemos em um mundo onde (quase) tudo pode ser feito pela internet, as passagens de avião (se você for fazer uma viagem mais distante, recomendo) podem ser pesquisadas online e às vezes as promoções podem ajudar a definir melhor a época e o lugar a ser visitado. Acabou-se o tempo quando precisávamos de agências de turismo para "decidir" tudo por nós.
Há vários sites de busca e comparação de preços, bem como os sites das próprias empresas aéreas. Eu geralmente uso a Decolar.com (acredite, é sim, eficiente) e já usei Expedia.com e ambas foram eficazes. Tenho conhecimento de amigos próximos que a Americanasviagens.com também funciona bem e tem bons preços. O negócio é ter tempo e paciência para fazer inúmeras simulações. Além de preço, deve-se levar em conta a quantidade e tempo de conexões, principalmente quando temos que fazer imigração e pegar bagagem para trocar de avião (em voos internacionais, nada menos que duas horas).
A companhia aérea também influencia (e muito) na hora de decidir. Entre American Airlines e Delta, fique com a primeira, mas das que já usei internacionalmente a Lufthansa é TOP! A TAP oferece um bom custo X benefício, mas as duas últimas são para voos Brasil - Europa e não Brasil - EEUU.
Para traslados internos, dependendo da distância, use ônibus ou trens. Considere que, em muitas cidades grandes, os aeroportos por si só já são bem longe e o tempo de antecedência para fazer o checkin pode alongar sua viagem mais do que o necessário e às vezes não compensa em custos. Rodoviárias geralmente são mais centrais e têm inúmeras linhas de ônibus urbanos que conectam a todo o resto da cidade. Nos EEUU me recomendaram a Megabus ao invés da Greyhound, apesar que usei esta e nada a reclamar. Disseram que os passageiros da Grey são menos, hum... "interessantes".
No Canadá usei o Alostop.com (um serviço de "carona" onde você meio que só racha a gasosa) para viagens interurbanas e foi ótimo. Além de ser bem mais em conta, vale infinitamente pela companhia do motorista que, em princípio, é aberto a novas experiências. Nos EEUU existe o Lyft.com em São Francisco e Los Angeles, mas você precisa de uma conta, um celular com o app, um cartão de crédito e é somente dentro da cidade. É bem prático, funcionando mais como um "táxi". Quem usa, recomenda.
Já aluguel de carro na terra do Tio Sam é a coisa mais simples do mundo e também dá pra deixar tudo agendado via site. Até hoje só usei a Hertz e deu tudo certo. O que confunde um pouco é que o valor do aluguel do carro é super em conta, mas se você opta por seguros adicionais, pode comprometer o baixo orçamento. Eu fiz somente o seguro contra terceiros e dirigi super de boa, rezando para dar tudo certo. Arrisquei, mas economizei um bocado. Combustível é acessível e o preço varia pouco de cidade para cidade. Para quem gosta de viajar observando a paisagem e parando a cada pouco, é o ideal. Lembre-se que é um pouco mais cansativo, porém. Placas, saídas, entradas e retornos podem te deixar um tanto tenso. E os constantes pedágios, que são um outro custo a considerar.
Agora, nada impede o bom e velho "dedo" caroneiro para novas aventuras. Como sou mulher e moro no Brasil (onde isto é impraticável!) ainda não me arrisquei. Mas mooooooooooooooooorro de vontade!!!

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